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quinta-feira, 2 maio, 2024

Pela 3ª vez em uma semana, Coreia do Norte faz disparos de mísseis de cruzeiro

Segundo militares da Coreia do Sul, diversos mísseis foram identificados voando em direção ao mar na costa oeste da península coreana.

Por g1

A Coreia do Norte voltou a fazer disparos de mísseis de cruzeiro nesta terça-feira (30), pelo horário local — noite de segunda-feira (29), no Brasil. Essa é a terceira vez em uma semana que os militares norte-coreanos fazem um exercício do tipo, segundo a Coreia do Sul.

Os militares sul-coreanos afirmaram que vários mísseis foram identificados ao longo da costa oeste da Península da Coreia. O número exato ainda não foi divulgado.costa oeste da Península da Coreia. O número exato ainda não foi divulgado.

A Coreia do Sul disse que está monitorando “provocações” da Coreia do Norte em “estreita coordenação com os Estados Unidos”. Órgãos de inteligência dos dois países analisam as atividades norte-coreanas.

No domingo (28), a Coreia do Norte anunciou ter testado um novo míssil de cruzeiro estratégico, lançado por meio de um submarino, chamado de “Pulhwasal-3-31”.

Já no dia 23 de janeiro, Pyongyang também disparou múltiplos mísseis de cruzeiro.

Tensão na Ásia

A Península da Coreia enfrenta uma escalada de tensões nos últimos meses. As relações entre Coreia do Sul e Coreia do Norte se deterioraram nos últimos anos, fazendo com que exercícios militares na região se tornassem mais frequentes.

Enquanto a Coreia do Sul tem feito ações militares em parceria com os Estados Unidos e com o Japão, a Coreia do Norte tem dado sinais de que está se preparando para uma guerra.

No final de 2023, Kim Jong-un ordenou que o exército norte-coreano se preparasse para um possível conflito. O líder também pediu urgência para acelerar os preparativos para a guerra.

Recentemente, a irmã de Kim Jong-un, Kim Yo-jong, afirmou que qualquer provocação de um inimigo resultaria em uma resposta com “batismo de fogo”.

Entre os dias 5 e 7 de janeiro, a Coreia do Norte fez disparos em uma região de fronteira marítima com a Coreia do Sul. Os tiros de artilharia fizeram com que a Coreia do Sul pedisse para que moradores de ilhas da região buscassem por abrigos.

Fonte: G1

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