Senador e pré-candidato à Presidência da República pediu ao presidente americano que declare o PCC e o CV como grupos terroristas
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde desta terça-feira (26). A reunião ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, em Washington.
Além de Flávio a comitiva que acompanha o senador nos EUA foi composta por Eduardo Bolsonaro e o jornalista e influenciador Paulo Figueiredo.
Flávio desembarcou nos EUA na segunda-feira (25). De acordo com @realpfigueiredo08, o encontro durou mais de uma hora e meia. O influenciador disse que ele, Flávio e Eduardo chegaram à Casa Branca por volta das 15h e deixaram o local às 16h40.
Logo após a reunião com o presidente norte-americano, Flávio registrou que a reunião foi intermediada pelo irmão, Eduardo e Paulo Figueiredo. Disse ainda que o objetivo central foi pedir ao governo americano que declare o PCC e o CV como organizações terroristas.
“Agradeço ao presidente Trump, não só pela cordialidade em que me recebeu, mas por ter dedicado tempo da sua agenda para este encontro. O presidente está hoje no meio de uma negociação de um histórico acordo de paz com o Iran, envolvido no planejamento de libertação do povo cubano, e lidando com inúmeros outros temas que demandam a atenção do homem mais poderoso do mundo. Isso demonstra um grande prestígio sim, não meu pessoal, mas do Brasil, que ainda existe apesar do governo Lula”.
O senador repudiou a negativa do Itamaraty e da embaixada brasileira em Washington para que ele atendesse jornalistas em suas dependências. “Apesar de solicitação formal de meu gabinete, a embaixada recusou-se a ceder o espaço para que essa coletiva [de imprensa] fosse realizada lá. É um gesto pequeno e mesquinho. A embaixada brasileira é um patrimônio de todos os brasileiros e não, uma propriedade pessoal do Governo Lula”.
